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sábado, 19 de maio de 2007

De meu amigo poeta João Jacinto

Apátrida No meu confuso leito,pódio à preciosa consciência,inclino-me ao procurado sossego,sobre nacionalismo travesseiro,embrulhado em fronha vermelho cravos.Adormeço com Cristo pregado ao sofrimento,no branco calda parede cabeceira;protector de mime de todo o mal.Frequentes pesadelosao som de martelos doirados batendo bigornas de resistência,com foices luas,minguantes de ideal,tatuadas no grená nascentedo Sol de todos,passional.E acordo abstraído da negra e longa noite, convencido da minha liberdade,desperto para a luta progressista do meu eu apátrida, .joão jacinto

2 comentários:

joão jacinto & poemas disse...

Grato por postar este meu poema no seu belo blog.
É para mim uma honra!

Abraço,

Dolores Quintão Jardim disse...

Amigo João Jacinto!

este blogue foi feito com o intuito de mostrar as belezas que meus amigos escrevem.O amigo faz parte deles.Não exisitiria blogue,se não tivesse amigos tão queridos e sábios.
Quem agradece sou eu...
Uma maravilhosa semana para si e seus familiares.
Abraços fraternos.