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sábado, 30 de agosto de 2008

GRUPO ECOS DA POESIA

http://ecosdapoesia.net/60_anos_de_direitos_humanos/denise_aparecida%20de%20souza.htm


No prosseguimento das comemorações que o Ecos da Poesia está a levar a efeito dos sessenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos trazemos-lhe hoje o ensaio da escritora brasileira Denise Aparecida de Souza. Esta escritora alia os seus dons de desenhista aos textos que nos escreve e apresenta-nos a sua expressão mais bela sobre os deveres da humanidade.

Venha lê-la em:

http://ecosdapoesia.net/60_anos_de_direitos_humanos/



Esta divulgação com quase uma semana de atraso, deve-se a motivos particulares e de indisponibilidade do webmaster. Obrigado!



Muito obrigado pela sua leitura e amizade



Victor Jerónimo

victor.jerónimo@gmail.com

Mercêdes Pordeus

mercedes.pordeus@gmail.com

Soldados da Escrita - Marilene Teubner


Soldados da escrita


S-uave como a brisa
O- som que inspira
L-eva os dedos a teclar
D-elírios do sentir.
A-lmas livres, revelam...
D-esejos, saudades, dor.
O-s versos nascem
S-imples como o amor.

D-eixe que fluam
A- tua poesia.

E-spalhem esperança
S-emeie união
C-riem laços
R-esgatem amizades.
I-luminem a vida,
T-ornando real nossa
A-mizade virtual.

Marilene
30/08/08

Libélula de Setembro



Libélula de Setembro

Era um domingo... (eu bem me lembro)
em que vi uma libélula adejante,
diáfana, transparente, elegante,
na azulada manhã de Setembro!

Setembro!... A lembrança me vem assim
e recordo a libélula esvoaçante,
cortando a vida, o dia, vindo à mim,
na manhã de um Setembro brilhante!

Doce domingo...tons e semitons primaveris...
a libélula que veio e que voou,
tão suave como uma flor de lis,
foi um sonho radiante que passou.

NEFERTARI(JuditMartins)

Personagem...Virtual, Real?



PERSONAGEM...
VIRTUAL , REAL?

Eu te conheço
a pouco conversei contigo

por onde passas
vejo...

entre as flores
árvores
sonhando
caminhando


vi...
um raiozinho de sol brincar com tua aura...
ficou feito arco-íres
não viu...

ha um mundo em ti...
sem pressa
sem tempo...

quantos desejos
querias esse mundo...
dentro de ti...

por ele que vais
quebras os espelhos...
e esqueces o tempo de agora

tantos lugares...
rostos...
porque tantos enigmas?

a pouco conversei contigo...
outra vez
tu não me viu
eu sim...
mudas de cor
lugar
nada...
nomes ,quantos?

O que vejo em ti
é tua vida eterna
a imutável

fantasia tua
ficas feliz?
basta
vive
vive
do jeito que quiseres...
que sonhares
fantasia boa...
Vive...
feliz.

Combinado?
Ok.

beijo amoroso a ti.

Leninha-Solzinho

30/08/08

Personagem...Virtual, Real?

PERSONAGEM...
VIRTUAL , REAL?

Eu te conheço
a pouco conversei contigo

por onde passas
vejo...

entre as flores
árvores
sonhando
caminhando


vi...
um raiozinho de sol brincar com tua aura...
ficou feito arco-íres
não viu...

ha um mundo em ti...
sem pressa
sem tempo...

quantos desejos
querias esse mundo...
dentro de ti...

por ele que vais
quebras os espelhos...
e esqueces o tempo de agora

tantos lugares...
rostos...
porque tantos enigmas?

a pouco conversei contigo...
outra vez
tu não me viu
eu sim...
mudas de cor
lugar
nada...
nomes ,quantos?

O que vejo em ti
é tua vida eterna
a imutável

fantasia tua
ficas feliz?
basta
vive
vive
do jeito que quiseres...
que sonhares
fantasia boa...
Vive...
feliz.

Combinado?
Ok.

beijo amoroso a ti.

Leninha-Solzinho

30/08/08




sexta-feira, 29 de agosto de 2008

"De quem é a culpa?"




De quem é a culpa?

De quem é a culpa ...
minha ...tua?
de te amar assim...
te querer assim...
de quem amor?
porque vi a ti...
senti a ti...
inalei teu perfume?...
entraste em mim...vida...
desde quando?...
perdi-me nesse tempo...
me vejo assim...a tanto ...
sei... te amo...
e tu a mim...
apuro o passo...
sem fim...
caminho longo...
ásperas pedras...
descanso nenhum..
continuo...
balsamo serás...
destino meu...
o coração cheio de ti...
é ancia...e não cessa...
as vezes dói...sangra...
amor....
o tempo corre...
os dias passam...
planto o jardim...
nossa casa brilha
o sol...
aquece...
enche de vida...
te espero...na varanda...
alma minha...

Leninha-Solzinho
25/08/08-10:41hs

"A Rosa Negra do Adeus"



A ROSA NEGRA DO ADEUS
(Viagem ao Espelho do Tempo)

No Tempo e espelho de cristal, te evoquei.
E senti medo de não ouvires o meu chamado.
Mas, dobrando névoas e névoas do passado,
vieste! Enfim, vieste! E eu me alegrei...

Dei-te música e suave aromas de incenso
e cantei para ti as canções antigas,
na doce língua do nosso nascenço,
quando nossas emoções eram amigas.

As luzes claras das velas te acolheram
e teus amados olhos fitaram os meus.
Uma rosa negra tuas mãos me ofereceram
e compreendi que era o teu Adeus.

Foi assim que entendi o teu recado:
naquele teu triste gesto de beleza!
No espelho, só os rastros do passado,
de um mundo de doçura e de leveza...

NEFERTARI(JuditMartins)

"O Sertão também tem Pai"



O SERTÃO TAMBÉM TEM PAI

Tava eu lá no sertão
com a água da boca a secar.
Não via sombra na terra
nem via nuvens no ar.

Meu corpo desfalecia
a medida que o sol aquecia.
Metia a língua nas gotas
do suor que do rosto descia.

Meu amigo Alazão,
pangaré do meu sertão,
trupicava entre as pedras
e os joelhos iam ao chão.

E de repente eu ví,
a morte rondando minha vida.
Cubrí o lombo assustado,
querendo esconder as feridas.

Mas era frágil a força
que um dia me pôs de pé.
Juntei minhas mãos calejadas
e então orei com fé.

Pedí pro Dono do Mundo
e Pai de todo Sertão,
que tivesse dó de mim
e do meu amigo Alazão.

Nessa hora quis chorar
mas até as lágrimas secaram.
No céu baixou uma sombra
e os urubús nos rodearam.

Eu falei:
-Meu Deus do céu!
Que tamanha judiação!
Vou morrer comido vivo
na quentura do Sertão!

Mas a fé que tem o homem
é maior que a desgraça.
Enquanto eu orava eu via
os restos de outras carcaças.

Abracei o meu pangaré
e larguei nas mãos de Deus!
Só ia junto com a morte
se fosse pros braços Seus!

E foi aí que eu avistei
uma nuvem em forma de braço.
E dela desceu uma chuva
que regou o meu cansaço!

Tão cheio de misericórdia
de joelhos fui ao chão!
-Piedade,Pai, se achei,
que um dia abandonaste o Sertão!

(Mell Glitter)

"O POETA"



Esta é a poeta Luiza Caetano!

"O POETA"

Vendilhão de sonhos!
Construtor de Templos!
Arquitecto da solidão!
Engenheiro de pontes sem cordas!
Fazedor de versos
inversos!
Domador de rimas choradas!
Não!
Não acredites no Poeta
Bandarilheiro do Amor!
Vagabundo sem profissão!
Mestre de cerimónias
e de Dizer!
Solitário na multidão!
ter ou não Ser
o Mito e a Razão
Se,
tem asas e não voa?
Coração de pássaro emigrante!
Irmão!
Amigo!
ou
Amante
O Poeta
apenas
precisa te inventar
para te amar


luizacaetano

Bilhetes

Bilhetes

Alguns escrevem pela arte,
pela linguagem,
pela literatura.
Esses, sim, são os bons.
Eu só escrevo para fazer afagos.
E porque eu tinha de encontrar um jeito
de alongar os braços.
E estreitar distâncias.
E encontrar os pássaros:
há muitas distâncias em mim
(e uma enorme timidez).
Uns escrevem grandes obras.
Eu só escrevo bilhetes para escondê-los,
com todo cuidado,
embaixo das portas.

Rita Apoena



Este recebi da amiga Judit Martins(Nefertari).
Obrigada, querida Rainha!

Elogio da Nortada



By René Magritte

1. elogio da nortada

Está hoje um dia de vento e eu gosto do vento
O vento tem entrado nos meus versos de todas as maneiras e
só entram nos meus versos as coisas de que gosto
O vento das árvores o vento dos cabelos
o vento do inverno o vento do verão
O vento é o melhor veículo que conheço
Só ele traz o perfume das flores só ele traz
a música que jaz à beira-mar em Agosto
Mas só hoje soube o verdadeiro valor do vento
O vento actualmente vale oitenta escudos
Partiu-se o vidro grande da janela do meu quarto.

(Ruy Belo)

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

JUDIT MARTINS (NEFERTARI)




Alguns poemas de Judit Martins

Respeitem os direitos autorais.






Recife
Recife, minha saudade,
onde está tua paisagem?
Te mando minha mensagem
de amor e de carinho.
O sol de Boa Viagem...
Madeira do Rosarinho,
maracatu, caboclinho,
o Galo... os carnavais!
Recife, minha cidade,
longe do teu burburinho,
das tuas ruas centrais...
"rua antiga da Harmonia"
(salve Antonio Maria!)
igrejas e catedrais.
Recife (minha vaidade)
viva o Bloco da Saudade!
Tuas praças, tuas pontes,
tuas ruas, rios, pontes,
o Capibaribe. Os Montes
Guararapes... os horizontes
verdes dos canaviais,
o luar nos coqueirais!
Estando longe ou perto,
"cão sem plumas"... eu desperto...
João Cabral de Melo Neto.
O meu poeta Bandeira,
Capiba e Nelson Ferreira
a frevança verdadeira
que os tempos não trazem mais!
Minha terra de beleza,
portuguesa-holandesa,
ah, Veneza... Brasileira!
Te envio à minha maneira
a minha saudade inteira,
pois não te esqueço jamais!

(JUDIT/NEFERTARI)


SEDE (SEDA)

Seda é tua pele, teu ruivo cabelo,
seda é tua voz, a boca nua,
que me dá sede de seguir pelo
teu corpo: ressuscitada... tua!

Seda é teu falar, a voz macia...
esse jeito dengoso, de quebranto...
Seda são esses claros olhos, como o dia,
que fazem a minha festa, o meu encanto.

Leva-me ao Monte das tuas delícias
de seda. Sacia minhas sedes apresadas.
Enleva-me nas sedas das carícias,
nas sedes de tantas eras esperadas!!!

(JUDIT/NEFERTARI)



SEIS CANÇÕES DA ALMA SÓ
Primeira Canção: DIVAGAÇÕES


Nuvem azulada num céu de jasmin.
Espuma de champanhe em taça celeste.
Ideal figura... Torre de Marfim.
Divinal, cristal, Luz e Cruz do Leste!
(Tempo partido. Inexistido.)
Brisa refrescante, bosque perfumado.
Idílio Místico que da alma vem.
Lua fascinante num céu encantado,
Sol de ouro e rosa de um mundo Além,
Onda graciosa num mar agitado...
Água esplendorosa... emoção também!

(JUDIT/NEFERTARI)



SEIS CANÇÕES DA ALMA SÓ
Segunda Canção: DISTÂNCIA

No espaço flutuando... leve, leve...
eu era ave, borboleta, estrela, flor.
Imaginei uma canção de amor,
de harmonia... esperança tão breve!
(Tempo partido. Inexistido.)
Bondade por mim tão sonhada!
Imaculada cor... já desbotada,
lentamente foi que descobri.
Saudade redobrada, aqui.
Ocaso de um sentimento, eu vi.
Adeus, adeus e mais nada.

(JUDIT/NEFERTARI)

SEIS CANÇÕES DA ALMA SÓ
Terceira Canção: NOITE NEGRA

Nada permanece e tudo se vai.
Efêmeras são as horas deste mundo.
Ilusão fenece. Um pesar profundo.
Dissabor vem... alma se retrai.
(Tempo partido. Inexistido.)
Barca de mágoas que se vai embora,
Inquieta e triste pelo mundo afora.
Lamentos d ` alma só. Só a vagar...
Sentimentos soltos, tristes, a rolar...
O porto silencioso, espera o mar.
A vida é só o viver, agora.

(JUDIT/NEFERTARI)


SEIS CANÇÕES DA ALMA SÓ
Quarta Canção: VESTAL

Nada o vento me traz.
Eu sou a Monja da Espera.
Irmã do Templo da Primavera...
Doçura no ar se desfaz.
(Tempo partido. Inexistido.)
Beleza que não floriu.
Instante de ternura.
Lágrima que não caiu.
Sacerdotisa de Irreal Convento.
O jardim da amargura.
A flor do esquecimento.

(JUDIT/NEFERTARI)


SEIS CANÇÕES DA ALMA SÓ
Quinta canção: CERTEZA

Ninguém é capaz de amar assim:
Eu amo o Amor que representas.
Imaterial - pois não é carne, enfim,
Diáfano e Sagrado Te apresentas.
(Tempo partido. Inexistido.))
Beleza pura a se esvair.
Irrealidade para mim é o que há.
Lamentos d ` alma que só quis sorrir.
Saudade do que não é ... e não será.
Oceano de sensações a bramir...
A correnteza da Vida refluirá.

(JUDIT/NEFERTARI


SEIS CANÇÕES DA ALMA SÓ
Sexta Canção: ECLIPSE

Nascia o dia. Manhã de Sol...
Eclipse... a luz se escondeu.
Ígneo facho brilhou, claro farol
dardejou... mas apagou, desapareceu.
(Tempo partido. Inexistido.)
Brilhante Templo Dourado.
Incenso de intenso olor.
Lírio em sonho acetinado.
Seda em azul esplendor.
Oásis aveludado.
Anjo num jardim sem Flor.

(JUDIT/NEFERTARI)


ÁGUA E AZEITE
Quando tudo se perdeu
e a Rosa feneceu?
Não importa, amor meu:
o mar continua ali!
Sim...este mar azul e imenso que vinha carinhoso beijar nossos pés, nas manhãs...lembra?
Companheiro de tantas conversas!
Mas,assim como as ondas do mar vão e vêm, os sentimentos, coisas e pessoas, também vêm e vão.
Somos diferentes "amor meu" como a água e o azeite. Eu fico à parte, observando a vida... você fica dentro do redemoinho do viver e assim não nos encontramos.E eu quero seguir o meu caminho,assim, do meu jeito. Minha marcha é mais lenta, porém permanente: eu páro e sigo para ver e pensar e tirar minhas conclusões. Você passa como um cometa, numa velocidade que não lhe permite enxergar melhor. Água e Azeite. Sol e Lua. Cada um com natureza e objetivos diferentes. Direções opostas...
Mas, o mar está ali!
Azul e imenso, a levar e trazer vida.
Se tudo se perdeu...
(e sabe-se que nada se perde por completo, e sim se renova, se modifica...)
Se a Rosa feneceu,
Amor Meu!
Mais Rosas virão, nesse eterno ir e vir
das ondas da vida,
o mar da existência!

(JUDIT/NEFERTARI)


ESTRELA CADENTE

No céu escuro surge uma estrela...
que gosto vê-la assim, tão reluzente ! ...
No ar tão puro, ela segue pela
noite: uma brilhante estrela cadente.

Veio e se foi ! Um breve lampejo
iluminou fugazmente o meu Eu.
Não foi para durar - um suave desejo
surgiu... vibrou... e logo morreu.

(JUDIT/NEFERTARI)


ÊXTASE (LUZ)
Mansa é a Luz que me vem,
e no entanto,
toda me inunda de encanto
e me desnuda,
mostra-me um mundo Além,
me deixa muda
e tonta, tonta de espanto!

Que Luz é essa que me vem assim
e toda me ilumina
da Beleza me aproxima,
transformando tudo em mim?
Não sou corpo, nem a sina
de mulher, que me anima...
sou humana ...e sou divina!


Pela Luz que assim me cai
e me deixa inebriada
num frêmito que me percorre...
(a vida é essa que vai,
ou fica estagnada?)
Oh, não entendo mais nada!
Oh, Luz, vem e me socorre!

Luz, vem de novo aqui,
me explode em megatons
(energia total, crua.
Preciso de estar em ti,
porque me deixaste nua...)
quero ouvir os Teus sons...
Mais uma vez toda Tua!!!

(JUDIT/NEFERTARI) 01/09/07 NEFERTARI(Judit
Estrela e Rosa do Amor
Numa manhã de longe, vieste, enfim!
Energia esplendorosa,
uma vibrante Rosa,
uma Estrela-guia!
(Riso, pérola, pétalas desfeitas.)
Flamejante, luminosa,
a mais bela rosa,
a exata sinfonia
de ouro, azul e marfim.
(E, de longe, me espreitas...)
Estrela de alfenim.
Estrela e Rosa: uma flor.
Tu, pétalas de rubro cetim,
que em meu peito, cabes.
És todo o meu Amor -
e Tu o sabes!
Estrela de um céu-jardim,
pétalas que ao léu, deitas.
Rosa da mais linda cor
(flor - arcanjo - serafim ...)
És todo o meu Amor -
e Tu, me aceitas?

(JUDIT/NEFERTARI)


RENUNCIÂNSIA
Saudade. Saudade. Saudade. Saudade.
Amo um flor: flor-espinho,
amo um amor: dor-carinho,
mal, que eu queria Bondade!
Amor-distância como a China, Rússia...
Vermelho-púrpura e azul da Prússia.
Olhar de neblina. Rosto sem idade.
Meia-idade menina. Urso de pelúcia.
Renúncia. Renúncia. Renúncia. Renúncia.

Tristeza. Tristeza. Tristeza. Tristeza.
Há tanto tempo gritei o meu grito,
ardente ânsia, o soluço aflito,
não encontra a cor: morre a Beleza.
Partiu alguém de alta fidúcia,
saiu por aí... e com minúcia,
levou na bolsa amor, cartão, astúcia,
deixou saudade-dor e esta certeza:
renúncia. Renúncia. Renúncia... RENÚNCIA !

(JUDIT/NEFERTARI)

Representando Luiza Caetano e Manuel Marques




Foi com enorme satisfação e alegria,que estive presente na noite de premiação aos autores da Delicatta III.

Mais uma vez,pude sentir a emoção no meio de tantos poetas.Amigas e amigos,feitos ao longo de anos.

Desta vez, representando além de minha querida amiga poeta e artista de pintura Naif,reconhecida mundialmente por suas maravilhosas telas,onde exprime todo o seu amor a Portugal e a tudo que se relaciona com seu país.

Além de outros motivos que cria,com seus mágicos pincéis.


Representei também a pedido do mesmo e por convite da coordenadora do projeto Delicatta,o autor poeta e escritor Manuel Marques.


Sinto-me honrada com este mérito!

Agradeço a confiança depositada!

Parabéns a todos os autores que participaram.

Foi,uma linda festa!

A noite estava esplendorosa,como os poetas tanto gostam..a Lua brilhava no alto do céu, e iluminava os rostos e os sorrisos de todos nós.

Noite de Premiação da Antologia Delicatta III




domingo, 17 de agosto de 2008

XX Bienal do Livro em São Paulo

Público total esperado: 800 mil pessoas
Público infanto-juvenil esperado: 180 mil (80 mil por meio de visitação agendada)
Área total: 70 mil m2
Área de estandes: 20,2 mil m2
Expositores: 350 (representando mais de 900 selos editoriais)
Estandes estrangeiros: 74 (da Argentina, Alemanha, Portugal, Espanha, Peru, Uruguai e Japão)
Lançamentos: 4.100 livros
Títulos expostos: 210 mil
Exemplares expostos: 2 milhões e 252 mil
Investimento estimado (organizadores, expositores e patrocinadores): R$ 21 milhões
Convidados nacionais: 93 (irão se apresentar no Salão de Idéias Volkswagen e Espaço Literário Ipiranga)
Convidados estrangeiros: 40 (estarão no Salão de Idéias Volkswagen e no espaço Fala, Professor!)
Programação cultural oficial: 684 horas de atividades culturais (entre Salão de Idéias Volkswagen, Espaço Literário Ipiranga, Fala, Professor!, Espaço Universitário HSBC e as atividades infanto-juvenis do Ler é Minha Praia)
Sessões de autógrafos: 822 (previsão)
Profissionais envolvidos: 750 diretos e 11.500 indiretos
Área de alimentação: 2 mil m2
Estacionamento: 13 mil vagas

Bienal do Livro em São Paulo

A primeira Bienal Internacional do Livro de São Paulo --organizada pela Câmara Brasileira do Livro-- aconteceu entre 15 e 30 de agosto de 1970, no Pavilhão da Bienal, no parque do Ibirapuera, em decorrência de um projeto que se iniciou na década de 50.

Em 1951, com o intuito de introduzir no País a tradição européia das feiras de livros encontradas na França, na Alemanha e na Itália, a CBL promoveu a 1ª Feira Popular do Livro, na Praça da República.

A experiência foi retomada em 1956 e deslocada para o Viaduto do Chá, ponto ainda mais central da capital paulista e de grande fluxo de pedestres. O projeto foi ganhando corpo e novos adeptos.

Em 1961, em parceria com o Museu de Arte de São Paulo, foi promovida a 1ª Bienal Internacional do Livro e das Artes Gráficas, evento que se repetiu em 1963 e 1965. Eles serviram de ensaio para a 1ª Bienal Internacional do Livro promovida exclusivamente pela CBL, em 1970.

Em 1996, o evento passou a ser realizado no Expo Center Norte para abrigar um maior número de expositores e proporcionar mais conforto ao público. Em razão do crescimento contínuo de público e expositores, em 2002, o evento foi transferido para o Centro de Exposições Imigrantes (com 45 mil m2 de área).

Dando provas de seu sucesso e maturidade, desde 2006 a feira é realizada no Pavilhão de Exposições do Anhembi, um dos maiores e mais tradicionais locais de eventos de negócios da América Latina com 70 mil m2 de espaço total.

*
20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Quando: 14 a 24 de agosto de 2008, das 10h às 22h
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi (av. Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo/SP, tel. 0/xx/11/2226-0400)
Quanto: R$ 10 (adultos), R$ 5 (estudantes mediante apresentação de documento e aposentados), entrada gratuita (crianças até 12 anos, adultos acima de 65 anos, pessoas com deficiência física, professores em exercício, autores, bibliotecários e profissionais do livro)

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Quem é LUIZA BEATRIZ MOREIRA?





Luiza Beatriz Moreira.

Natural de São Paulo-SP.

Nascida em 11 de janeiro de 1962. É promotora de eventos culturais, professora, bailarina, coreógrafa formada pela Escola Municipal de Bailado de São Paulo, amante da literatura.
Possui participações em antologias: Letras e Tons I, Letras e Tons II.
Promoveu alguns projetos artísticos da Associação Cecina Moreira:
Incentivo à Leitura, Projeto Teatro Em Cena, Projeto Dançarte, formando bailarinos, coreógrafos e profissionais da área.
Atualmente dedica-se ao Projeto Delicatta visando a publicação, divulgação e valorização do autor brasileiro.

Que já se encontra na Edição ANTOLOGIA DELICATTA III

Cujo lançamento será na Bienal do Livro em São Paulo

Dia 17 de Agosto de 2008

Anhembi.

Avenida I-D

domingo, 3 de agosto de 2008

"Sonhos Adiados" - Luiza Caetano





"SONHOS ADIADOS"


Murcha- se-me
a boca entre
solitárias pétalas
enquanto o Verão
desencadeia
uma absurda energia.

Um pássaro voa longe
contra a luz do meu peito
e o mar é devassado
em promessas invisíveis.

No ar
a esperança
me acena o paraíso
que em cada dia
me enevoa os olhos

Porém,
os noticiários alertam
para mais um náufrágio
ao largo dos meus sonhos.

LuizaCaetano

" TORMENTOS " - Bianca F.




T O R M E N T O S



Esta ausência
que me percorre
solidão dentro da noite .

Luares perdidos
Desejo intensos

Desembaraços
laços e enleio
traços de carinho.
que
teço …adorno
e
bordo em lágrimas
de ternura rendilhada
entre a paixão e o tempo.


Absurdamente perdida
entre tormentos
e
sentires

Sinto-me por vezes

Mulher!
Menina !
Meretriz!
ou
Vagabunda

nesse deserto
onde o oásis do prazer
me deixa errante
louca e amante.

querer-te, Amor,
Porquê?


BiancaF

Reflexões e Pensamentos - Maia de Melo Lopo



Reflexões e pensamentos.

AROMAS

As flores são um mistério genuíno e se abrem no colorir das nossas fantasias.
Reflectem a beleza e nos aromas, empolgam a sabedoria profunda das crianças.
Elas nos ensinam a pureza da alegria num tempo cheio de contradições, onde os adultos no seu egoísmo cobarde, se recolhem na injusta e revoltante selvajaria de si mesmos.

ALMA

A alma vive no silêncio das coisas secretas que não são ditas, e as que são ditas, vivem no tempo em que a alma por vezes não sente.

SAUDADE

A saudade fica nos fluídos da Terra, e o céu chora aquilo que não pode acolher.
Tantos no sangue rasgam a dor na saudade, que a mesma dor não deixa partir.


MAL

Os cornos do Inferno deixam a humanidade a pecar, e o demónio ri-se daqueles que só desejam amar.


ESPERA

Meus sonhos descem entre um grito de fluídos, um abraço se perde na dor que embriaga e a ferida grita no abismo do álem. Os céus rasgam-se na cor de sangue e jamais encontro a doideira da eternidade.
Nunca mais chego!!!

Maia de Melo Lopo.

sábado, 2 de agosto de 2008

DIVULGANDO ECOS DA POESIA

POR FAVOR, ESTE CONVITE SÓ SERÁ BEM REPRODUZIDO, LIGADO À NET



Amigo poeta:



O Grupo Ecos da Poesia traz-lhe hoje um novo Cenário:



AS LETRAS DA MUSICA



Convidamo-lo(a) a participar nas 'LETRAS DA MÚSICA", baseados no cenário que apresentamos.

Agradecemos também que leia as notas constantes neste mail e que servem para que haja uma melhor comunicação e participação entre si e o Grupo Ecos da Poesia

Com os nossos cumprimentos

Nelim Monti

nelin@netsite.com.br

Victor Jerónimo

_____

Morris Albert é um dos maiores artistas brasileiros actualmente.

Baseados na sua obra artística o Grupo Ecos da Poesia convida-o(a) a participar com um poema subordinado ao tema:

MÚSICA DIVINA

O seu poema deverá ser enviado até 11 de Agosto para:

nelin@netsite.com.br



Pintura por Computador Celito Medeiros
Fine Art CM 2400
Lei _9610_ Direitos Autorais.
Visite: www.celitomedeiros.com.br

_____

O Brasil dos anos 70 não deixou de lançar os seus “efêmeros”: existe o caso mítico de um certo Maurício Alberto Kaissermann, que se tornaria um dos mais expressivos nomes da música romântica brasileira com o pseudônimo de Morris Albert, porém cantando em Inglês, com a conhecida “Feelings” e “She's My Girl” (essa menos conhecida), e só. A música virou tema da novela Corrida do Ouro (1975) , da Rede Globo (a partir de então, trilhas de novela seriam plataformas de lançamento de novos artistas), passeou pelas três américas, ganhou a Europa e, oito meses depois, desembarcou nos Estados Unidos, transformando Morris no maior produto de exportação brasileiro depois do Pau Brasil. “Feelings” chegaria a marca de 160 milhões de cópias. Frank Sinatra gravou “ Feelings ”, depois Johnny Mathis, Andy Williams, Dionne Warwick e as orquestras de Paul Mauriat, Ray Conniff e Caetano Veloso, mais recentemente. Foi o bastante para que Albert, cantor quase inédito se comparado com as centenas de versões de sua canção, reaparecesse este ano para lançar uma coletânea em CD. Ao ser perguntado por um repórter sobre qual seria o seu segredo do sucesso (sic),

Morris foi categórico: — Pô, se eu soubesse qual é o segredo, nós estaríamos aqui discutindo a respeito só de “Feelings”?

Morris Albert, nome artístico de Maurício Alberto Kaisermann, nasceu em São Paulo,no dia 7 de setembro de 1951 é um cantor e compositor brasileiro.

Prêmios e Reconhecimentos

Brasil- 4 discos de ouro-Best of the Best Award
Argentina- Ouro
Chile-Ouro
Colômbia- Ouro
Venezuela-Ouro
Canadá-2 discos de Platina e 2 de Ouro
México- 2 discos de Ouro
África do Sul-Ouro
Espanha- 2 discos de Ouro e Primeiro Grande Pêmio no The
International Song Festival of Palma de Maiiorca 1976
Itália- 3 discos de ouro -Placa de Prata
França-3 discos de ouro
Inglaterra- 2 discos de platina- 2 discos de ouro
Japão- 2 discos de ouro-1 disco de platina
Award of Recognition from Japan´s Music Industry
Sponsored by RCA, Japan
Grand Prize at the Tokyo International Music Festival in 1977
Austrália- 2 discos de ouro
Estados Unidos- 5 discos de ouro- 3 discos de platina
Pop Record of the year juke box
Golden Harp Award
The Music Award
The American FM Radio Stations Golden Record Award
17 Golden Shields given by Ascap for
Outstanding Performance for 17 years of a song in America South
5 Grammy Nominnations from the Academy in Recognition of
Best New Artist
Best Vocal Perfomance Pop, Rock & Folk Fields
Best Song( Composer/author) Feelings
Best Record( Producer) Feelings
Best Song( Composer/ Author) Gonna Love You More
Braille Institute Award, naming Feelings, the best song ever
given by the
American Association of Blind Musicians Washington D.C

Alguns dos Artistas Americanos que gravaram e/ou interpretaram suas músicas

Elvis Presley
Frank Sinatra
Dionne Warwick
Sarah Vaughan
Elza Fitzgerard,
The Ó Jays
Paul Anka
Julio Iglesias
George Benson
George Wittaker
Johnny Mathis
Issac Hayes
José Feliciano
Sammy Davis Junior
Perry Como
Tom Jones
Trini Lopes
The Lettermen
Diana Shore
Shirley Bassey
Engelbert Humperdink
Andy Williams
Vic Damone
Ferrante and Teicher
The Offspring
Ray Connif
Percy Fayth
André Kostelanetz
Leonard Bernstein
Filarmonica de Londres
Sinfônica de New York
Shine
Count Basie
Mantovani
e muitos outros.

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Feelings
Morris Albert

Feelings é a música mais gravada do mundo,com mais de seis mil interpretações.

Esteve nas paradas de sucesso no mesmo dia em 50 países, batendo
o record dos Beatles.

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Música Divina...
Nelim Monti

Uma noite escura
Há de pesar sobre o cinzento mundo
Tudo congelará sob um manto de gelo
Se calar no mundo a música
Silenciar a voz do ultimo romântico.

Sem música o mundo...
A vida será pálida
Sombra a vagar pela vida.

Ninguém me ensinou a sentir a música
Nem a mim, nem a ninguém.
Nem mesmo os que, no carrossel do tempo,
Viveram e passaram por aqui
Antes de nós.

Pode vir de muito longe
Ou nascer aqui,
Pode ser de agora, ou de outrora,
Não importa ...
A divina música, a música divina, resiste ao tempo.
Nada pode abafá-la, ela se expande.
Suas notas flutuam pelo ar,
Não cabendo em parte alguma
Transcede á nacionalidade,
É universal.

Não é preciso palavra,
Nem mesmo visual
Para falar ao espírito da gente
Inundando as entranhas,
Invadindo a alma.

Presente em todos os momentos
Lenitivo da mágoa
Impulso para luta em um combate
Lânguida evocação do que passou...
Alegria no presente
Expectativa do futuro
Encanto que o caboclo sente no sertão.

Música...companheira inseparável
Cheia de poder.
Com apenas sete sons,
Consegue e perde tudo.

Ouvindo Cuore com o romântico Morris Albert,
Cantor da nostalgia...estremeço.
Desconhecida força balsâmica,
Mística nostalgia me arrasta
A um tempo, um lugar que não conheço
Espantosa paisagem envolve meu espírito
Transportando-o a tempos ignotos,
Lugares remotos...
Fazendo crescer essa saudade no meu peito.
_____



CLIQUE AQUI



para ver o show do artista

Morris Albert e Mietta
Festival de SanRemo 2004

Tema do casal principal da novela da Record
FEELINGS em "CHAMAS da VIDA"


Brevemente
o lançamento do novo CD de Morris Albert
FEELINGS live and FOREVER
www.solvermelho.com.br

POETAS PARTICIPANTES (até agora):



01 - Nelim Monti - Brasil

02 - Sávio Assad - Brasil

03 - Celito Medeiros - Brasil



NORMAS



POR FAVOR TENHA EM ATENÇÃO



O Grupo Ecos da Poesia tem a alta noção da responsabilidade e do dever para com as letras pelo que ao criar as LETRAS DA MÚSICA procura neste a:



- qualidade

- o conteúdo

- a forma



Não procuramos a quantidade mas sim a qualidade

As nossas cirandas terão no maximo 80 (oitenta) poetas em participação e 20 (vinte) escritores ou seja no maximo 100 (cem) participantes.



Procuramos conteúdos que possam ser desenvolvidos pelo poeta ou escritor

O conteúdo deve respeitar rigorosamente o tema proposto reservando-se ao Grupo Ecos da Poesia a recusa de aceitação do texto do autor quando este não respeita o tema.



É na forma como estes nos transmitem a sua arte que nós desenvolvemos esta junto do publico leitor.



Assim:

mande-nos sempre o seu texto no corpo do mail em Times ou Verdana corpo 12 e nunca em qualquer outro programa.

Respeite os nossos prazos.

Se após enviar a sua participação não receber a nossa resposta, reenvie-nos novamente por favor. A nossa resposta é a prova do seu envio.

O GEP não aceita mais participações após os prazos pedidos, ou quando ultrapassar os 100 participantes.



Ao acatar e aceitar o que lhe pedimos está não só a facilitar a sua vida como a aligeirar a nossa.



Não esqueça que estamos aqui por amor às letras.

Aceitamos os seus pedidos e opiniões.

Muito obrigado

O Administrador-Proprietário

Victor Jerónimo

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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

DEANA BARROQUEIRO





D. Sebastião e o Vidente da escritora portuguesa Deana Barroqueiro foi distinguido com o Prémio Especial do Júri - Máxima 2007, que consagra o romance histórico de Deana Barroqueiro, primeira obra de ficção da Porto Editora.


Com as duas primeiras edições esgotadas, a nova edição está já disponível!


Deana Barroqueiro é poeta convidada do Ecos da Poesia e a sua obra pode ser apreciada em:


http://ecosdapoesia.net/convidados/deanabarroqueiro_apresentacao.htm


Deana Barroqueiro é uma das maiores escritores de ficção da actualidade e além de Portugal tem também obras editadas no Brasil, http://www.aquariana.com.br/aquariana/index.php ,


Na Feira do Livro em Lisboa, Deana Barroqueiro ofereceu gentilmente o livro D.Sebastião e o Vidente à Biblioteca do Grupo Ecos da Poesia.

Etiquetas: deana-barroqueiro, ficção, história-de-portugal, livros, porto-editora

Mercêdes Pordeus





BRASIL E PORTUGAL, DOIS POVOS...UM DESTINO

Mercêdes Pordeus

Recife/Brasil

(acróstico)

(Declamado por Victor Jerónimo)



Portugal sempre investia nos descobrimentos
Outrora, enviando expedições para o Ocidente.
Rumavam meses e meses a procura do intento.
Torre de Belém, daí partiam de naus e caravelas.
Unidas e em constantes expedições navegavam
Grandes descobrimentos, a essa altura buscavam.
Alhures, encontravam, tecendo história de glórias
Lugares longínquos sempre à procura exploravam.



Brasil, terra de índios e riquezas, incluindo o pau-brasil
Reino português envia Cabral comandando a expedição.
Aportam em 22 de abril de 1500...inicia a nossa história!

Sempre história de muita lutas: portugueses, holandeses...
Impetrando em nossas terras sua cultura e tradições.
Liberdade! Grita D.Pedro I, e para o Brasil, a separação.



Liberdade, esperança do Brasil desde o descobrimento

Insurreições revoltas aos altos impostos, suas riquezas

Brado forte, um Imperador português entoou e nos libertou.

E assim mesmo o Império Português muita coisa continuou.

Rivalidade contra as opressões continuavam pelas proezas.

Daí por diante, o Brasil lutava pelas Leis contra a escravidão

Apareciam aos poucos até que com grande momento culminou

Depois de lutas incessantes, com brio, uma Princesa portuguesa

Extinguiu essa mancha do Brasil, e a Lei Áurea assinou.



Portugal e Brasil no porvir espelharam suas esperanças.
Outrora, esperanças de desenvolvimento, seus intentos.
Reuniu dois povos, hoje povos irmãos, feita a aliança
Viram seus sonhos quase se tornando um belo advento.
Irmanados ainda buscam as sonhadas concretizações.
Realidade? Suas histórias esperam grandes momentos.



05.06.2005

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Publicado em:
- 2ª Antologia Literária do Grupo Ecos da Poesia “DOIS POVOS - UM DESTINO", (2006) organizada por Victor Jerónimo e Mercêdes Pordeus, lançamento na Casa de Portugal em S.Paulo. e Gabinete Português de Leitura no Recife, ISBN – 85-905170-5-5

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Diploma pela classificação com louvores na III Olimpíada Cultural – 500 Anos da Língua Portuguesa no Brasil, na categoria Consagrados, realizado pelo Clube Amigos das Letras no primeiro semestre de 2006. Barra Bonita/São Paulo.

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Ciranda Brasil/Portugal DOIS POVOS UM DESTINO do Grupo Ecos da Poesia



E-book



http://www.delnerobookstore.com/e_books_tradicionais/dois_povos_um_destino2.exe



































POEMA A LUA

Mercêdes Pordeus



Lua que testemunhas tantas alegrias e tristezas

Tantos sonhos realizados, outros desfeitos

Lua, que estás tão longe e ao mesmo tempo tão perto de nós

Que nos causa tantas felicidades e seus efeitos.



Lua, criação que nos foi oferecida pelo Criador

Para nos acompanhar, e ao nosso lado caminhar

Bastando para ti olhar, à tua magnitude nos atermos

Para concluir, quão tamanha tua grandeza.



Lua, belas inspirações nos ensejas

És poema aos namorados que ao te olharem versejam

Lua, que estás aí pertinho de DEUS

Diz-me, onde estão os meus que partiram?



Que foram para tão longe de mim, transcenderam

Será, oh! linda lua que deles também és testemunha?

No infinito onde te encontras, onde Deus te colocou

Sabiamente, esse mistério só pertence a Ele, e quem sabe a ti!



Soberana Lua...

A realidade perceptível é só uma : musa inspiradora

Continuas a ser a mais bela dos enamorados

E daqueles que com sabedoria a ti direcionam os olhares.



19/10/2004

Reflexões para bem viver - LUIZA MOREIRA

“REFLEXÕES PARA BEM VIVER”


“REFLEXÕES PARA BEM VIVER”



Regulamento para a publicação do livro de bolso 7,5/10 - “REFLEXÕES PARA BEM VIVER”
1.PARTICIPANTES: Este é um projeto aberto a todos os escritores, de ambos os sexos, amadores ou profissionais que queiram registrar seu nome nesse painel histórico e ter um pensamento ou poema publicado em livro de bolso no formato 7,5/10.
2. TEMA, GÊNERO LITERÁRIO E QUANTIDADE: Os trabalhos devem ser redigidos em Língua Portuguesa, em formato pensamento ou poema, porém não serão aceitos trabalhos que contenham palavras ofensivas e ou ideologias segregacionistas ou discriminatórias. Cada participante poderá enviar quantos trabalhos desejar. A temática terá necessariamente que englobar temas elevados: Auto-ajuda, sabedoria, ensinamentos, saúde, trabalho, Deus, valores, dinheiro, ânimo, educação, ecologia, conselhos.
3. PARA ONDE E ATÉ QUANDO ENVIAR SUAS OBRAS Os trabalhos, no gênero pensamentos ou poesia, deverão ser enviados para o e-mail dellicatta@terra.com.br já enquadrados no programa de pré diagramação. Para isso os autores deverão pedir o arquivo antecipadamente também por e-mail para que possam enquadrar o trabalho no formato adequado.O trabalho enviado não deverá ter título, apresentando somente a autoria e cidade/estado do autor após o pensamento ou poema.Seu trabalho poderá ser enviado até 30 de setembro de 2008.Importante - Lembre-se de enviar no corpo do e-mail juntamente com seu trabalho, um endereço para o recebimento dos exemplares Parágrafo único - Cada autor responderá por plágio, cópia indevida ou outro crime relacionado ao Direito Autoral.
4.DA PUBLICAÇÃO: O valor de taxa de publicação é de R$ 50,00 por trabalho inserido que deverá ser enviado em:Banco Bradesco S/AAg. 091C-C-156469-2A favor de Luiza Beatriz Moreira
Parágrafo único: A taxa para a publicação dá direito ao autor a publicação, o recebimento de 5 exemplares e as despesas de postagem via correio. Caso o autor queira adquirir mais exemplares, poderá fazê-lo a um valor de R$ 10,00 o exemplar através encomenda antecipada.
5.DA DIVULGAÇÃO: REFLEXÕES PARA BEM VIVER será divulgado nas Instituições Públicas e Privadas, Bibliotecas, Centros Culturais, Universidades, Academias Literárias e outras entidades com as quais a Associação Cultural Cecina Moreira mantém relacionamento cultural, além de ser disponibilizado nas livrarias virtuais e reais da editora Scortecci.Parágrafo único - Os livros receberão o Registro da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e ISBN

6. DA ENTREGA DOS EXEMPLARES:A partir de 15 de novembro os exemplares serão enviados aos autores via correio.
VISITE O SITE
www.antologia-delicatta.com
NOTE- LINK COM AS FOTOS DO EVENTO DE LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA POÉTICA DELICATTA II - SET-2007http://www.flickr.com/photos/antologia_delicatta/

Abraço
Luiza Moreira