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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

FESTIVAL JOÃO JACINTO

Todos um
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De repente
todos se calam,
faz-se o silêncio
da estratégia,
da vergonha
ou o da ignorância.
Tudo parece normal e são;
finge-se a felicidade.
E seremos o mesmo
até a exaustão,
por medo
ou conformismo,
à falta de alternativas,
de outros mares
e de auto estima.
O que serei eu,
sem ti?
O que serás tu,
sem ele?
O que será ele,
sem nós?
E nós,
o que seremos sem voz?
Gritemos
por amor
à liberdade,
é urgente;
estarmos vivos,
despertar
quem ainda está morrendo,
sermos todos um.
Temos ainda um sonho por cumprir,
uma terra, entre mãos, por dizer,
um fado, em uníssono, por cantar!...
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joão m. jacinto

2 comentários:

José Heitor Santiago disse...

Olá, Dolores!
Que bonita festa! Fico sempre sem palavras para lhe agradecer!
Quero aproveitar para lhe comunicar que irei a partir de agora assinar os meus poemas não como João Jacinto, mas com um pseudónimo; José Heitor Santiago. Homenageio assim José Saramago e os meus filhos, meus livros do coração Ruben Heitor e João Tiago.
Tenho um novo blogue que se chama Dia do Sol
http://diadosol.blogspot.com

Abraços poemas,

jhs

Dolores Quintão Jardim disse...

Olá amigo,Poeta!
A festa quem a faz são os amigos, que fazem parte deste Encanto!

O amigo,é uma dessas pessoas.
Quem agradece sou eu.
Irei visitar seu novo blog,para me extasiar com seus poemas.

Obrigada!