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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Iza*Bel Marques Fernandes


Às vezes vou esperar-te, em clamor


Além no mar, bem junto ao caís,

Como quem espera um pescador,

Tendo quase a certeza, que não volta mais.



Revivo alegria e também dor, fico a pensar

Que por bela sereia te enamoraste, e te encantou,

Ou estarás a lançar covos e redes ao mar,

Do destino que teu SER procurou.



Será que meu pescador, está a cantar ai ribolé, e esqueceu,

Da pessoa que lhe sou? Não acredito, permaneço no cais…

Com esperança, de avistar teu barco Morféu,

A tomar rumo que abafe, meus vendavais feitos ais,



De saudade e amor, e eu possa salpicar teu rosto,

Com um beijo e acenar-te, antes de partir,

Do cais deste meu quase Sol-pôr!



Autora: Iza*Bel Marques Fernandes

Um comentário:

Amapola disse...

Bom dia.
Lindo poema. Parece uma das lendas que mais gosto.

Um grande abraço.

Estou lhe seguindo.(Maria Auxiliadora) Amapola.