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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Luiza Caetano em Salão de Exposição do Casino Estoril 2015

   A arte Naive ou Naife , em todo seu esplendor, mais uma vez patente no Salão Internacional de Arte do Casino Estoril em Lisboa, apresenta a arte de Luiza Caetano.
  Sucesso sempre!




























segunda-feira, 13 de julho de 2015

Luiza Caetano e as suas Fridas "Frida Khalo).

  1. Frida Kahlo
    Pintora
  2. Magdalena Carmen Frieda Kahlo y Calderón foi uma pintora mexicana.Wikipédia
  3.  6 de julho de 1907, Coyoacán, México
  4.  13 de julho de 1954, Coyoacán, México (faleceu)

  5. casada com  Diego Rivera (de 1940 a 1954), Diego Rivera (de 1929 a 1939)
  6.  Realismo mágico, Surrealismo, Arte moderna.





Mexicana e com característica peculiar e forte, Frida demonstrou sua arte em telas, roupas e até em seus coletes ortopédicos de gesso, obrigada a usar após sofrer um grave acidente com 18 anos.
Sua pinturas demonstravam a cultura mexicana em cores amplas e simples.
Após sua morte em 1954, seu marido Diego Rivera guardou seus pertences em um banheiro na residência do casal na Cidade do México, a “Casa Azul”.




Luiza Caetano

Portuguesa, nascida em Venda do Pinheiro - Mafra em 21 de junho de 1946.
Poeta, pintora, escultora e filosófa.
Premiada internacionalmente, eu diria uma alma pura de amor incondicional por tudo que a cerca.
Admiradora profunda de Frida Khalo, passou para seus quadros a Frida como ela a vê, e assim nos deixa admirar a sua Arte Naife, ou Naive , para mim , que nada entendo de arte a não ser olhar para ela com olhos de amor e admiração, portanto deixo aqui algumas das "Fridas", pintadas por Luiza Caetano.
























quinta-feira, 2 de julho de 2015

Luiza Caetano - I concurso da Academia Virtual dos Poetas de Língua Portuguesa.

Extrato de poesias de Luiza Caetano que participou no I concurso da Academia Virtual dos Poetas de Língua Portuguesa, presidida pelo Poeta Manoel Virgilio Pimentel, onde foi destacada com o prêmio especial "Portugal". Luiza Caetano é Académica Fundadora, detentora da Cadeira número 3 de Florbela Espanca.




Arte Naif de Luiza Caetano - Homenagem a Florbela Espanca.


"Ser poeta"
é um mito sem razão como um pássaro que se inventa, e voa se escreve e sonha no mais fundo cerne de cada palavra onde inventa a amizade a paixão a saudade e todos os sentimentos deste mundo fazendo amor em leitos de solidão" II "A raiz ainda perfura a terra e as flores brotando vermelhas como centelhas lambidas pelo barro num gesto que consinto Algures, a lua arranha este momento que não sei se foi ou...se minto " III "Aconteceste em minha vida como lua cheia nas noites luminosas de Verão. Um rasto promessa de prata, meteorito i ou instante que mata estrela cadente no firmamento, como nuvem de espuma enfeitando o meu céu. Habitas desde então meu sangue, minh`alma e meu útero parido em cada emoção. "

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Luiza Caetano - Adeus.

Adeus

Quadro de Luiza Caetano.

Depois do Adeus,
Depois das partidas,
ficam nossas vidas
no cais das saudades
viúvas e ásperas
baínhas
desfiadas pelo vento,
sombras vazias
Depois do adeus
a prece do amanhã
num eterno desassossego
Um vôo sem pássaro
Um céu sem Deus
um estranho apego...
peregrinam - se os dias
em romagens vividas
sonham - se regressos
sem partidas
Depois do Adeus.
Luiza Caetano

Luiza Caetano




Quadro de Luiza Caetano.


Esse rumor imenso de solidão
sem choro numa profunda crueldade
o aprisionado frio no coração
um sabor amargo de saudade...

Luiza Caetano - O que é o Amor

O que é amor
Quadro de Luiza Caetano.

O que é o amor?
senão uma teimosa lembrança
dos corredores do futuro
timbrado na imaginação
disfarçado de companhia
no meio da solidão...
Frágil rede de sonho!
Ópio?
Angústia?
Insatisfação?
Curiosidade
que não se esgota
no precipício
de cada mergulho?
Busca incessante
do conhecimento da vida?
Espera de algo inverossímil?
ou um acordar
todos os dias
sacudido de esperança?
LuizaCaetano

Luiza Caetano - Sonho

Sonho
Sabes?
Eu entendo os silêncios do vento
quando não quer soprar na minha porta
Ainda que os sinais em forma de cruz,
os gestos e as mãos
num eterno retorno à Luz
me façam
correr todos os dias ao encontro do sonho.
Luiza Caetano
2010/06/09
Quadro de Luiza Caetano.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Luiza Caetano.

DAS BORBOLETAS E DAS PEDRAS
Cheiram
a terra molhada
as manhãs bordadas
com dedos de chuva
e a sangue
de papoilas
degoladas pelo vento
Cheiram aos alvores
dos primeiros sóis
efémeros e faiscantes
voando a transparência
das borboletas sobre as pedras
das palavras caladas
e ao lento movimento
da música das minhas
mãos nas tuas
despedidamente
nuas.
Luiza Caetano
Caetano

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Joaquim Alves

 Um pequeno apanhado da poesia de Joaquim Alves.





COISAS DA ALMA



Não sei o que me fez
caçador de mim
alguma coisa deverá ser
joaquim
assim me disse a alma vaga
se ela em algum lado habita
e não começou
com o milton nascimento
já existia antes de conhecer
o bituca

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NO INCÊNDIO



Quando ficas comigo
e minha mão treme
é sinal de alegria
da raridade que a vida
ainda oferece
de vez em quando
como nunca se sabe
nem quando nem porquê
insisto e resisto


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SOBRAS DO MUNDO


Sobra-me do mundo
o que ele não me dá
a ninguém pode dar
essas dores imensas
os pontapés na barriga
mil murros no estômago
sobram umas migalhas
do que tento dar
e não aceita

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sábado, 11 de abril de 2015

João Marques Jacinto. João Manuel Jacinto.

Imagem Google.

Libera me ab omni malo
(Livrai-me de todo o mal)
A crueldade humana atemoriza-me
Temo o que haja em mim
Que desconheça
E me está no genes
A ancestralidade é um mistério abismal
Submergida Sombra que oculta
O que quer assomar
Zelo-me em lucidez que saiba
Mesmo que haja o momento mais impessoal
Que me queira transmutar
E fazer o mais repugnante dos animais
Libera me ab omni malo
João Manuel Jacinto