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terça-feira, 26 de abril de 2022

Saudade / Luiza Caetano


Da poesia e da amizade que uniu a nossa vida. Amiga querida Luiza Caetano, estás sempre em nossas lembranças e recordações.
Muita luz amiga!



 

Vinicius de Moraes

 Tomara

Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz
E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...
Vinicius de Moraes
Imagem Google

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Memorial Luiza Caetano

Arte Naive Luiza Caetano.





🌻🙏🌻🙏🌻🙏🌻
"Vãos, são os sonhos
de onde se regressa
com as mãos
cheias de nada..."
Poesia: Lisboa In Versos - Luiza Caetano

Clarice Lispector

"Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que vou ter que encarar. Escolhi ser verdadeiro. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero. Por isso, não estranhe a minha maneira de sorrir e de te desejar tanto bem. Eu sou aquela pessoa que acredita no bem, que vive no bem e que anseia o bem. É assim que eu enxergo a vida e é assim que eu acredito que vale a pena viver..."
Clarice Lispector.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

"Legado "



LEGADO
A tarde morre
lentamente
despida de folhas
e de pássaros
Enquanto
a vida
se dilui
pouco a pouco
É hora de rezar
aos quatro
cantos do meu sangue
uma oração de força
e de coragem
e anunciar
a minha vontade
feita de viver
ou a minha
imensa saudade
feita de morrer

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Joaquim Alves.

"MIL VEZES NÃO"

"Não às injustiças
mesmo que leves sejam
não às mentiras
mesmo que verdades pareçam
mil vezes não
às aparências que crescem
como ervas daninhas
colho urtigas
de vez em quando
picam-me sempre"

(Joaquim Alves )

sábado, 5 de maio de 2018

Extrato- poema : In Poemas de amor e de Raiva - Luiza Caetano.

"Por vezes regresso a casa
às pedras das minhas raízes
ombro a ombro com amores
e com amigos antigos
Ao útero de minha mãe
à harpa dos dias felizes..."

Luiza Caetano
Obra Naif - Luiza Caetano.

Um Sinal - Luiza Caetano.

 Há dois meses atrás , Luiza Caetano partiu , deixou  a sua arte e a sua poesia, a nos fazer companhia.
  e, um dia ela disse :

"Preciso de seguir meu caminho...
Além de Portugal, além do mar, além do Tejo, além de mim,
Bem além do horizonte sem fim...
Mas sempre perto das pessoas que amei. ADEUS! "


"UM SINAL"

Deixa-me um sinal
quando quiseres.
Uma pedra, uma estrela ou uma ave
um cheiro, um aroma ou um morango
Uma cruz talhada na minha porta
Que o caminho eu acharei
encruzilhado
entre o gesto e o espanto
pressentido
entre o vácuo e o manto!
ou o mar !
ou o vento!
ou as velas do meu barco
parado algures
no inevitável
porto das esperas.

LuizaCaetano



In Focus - Luiza Caetano

"IN FOCUS"
Não, não vou desistir
enquanto não
reabrir
essa porta
ainda que tenha
de atravessar mares
rezar em outros altares.
Espera por mim.
Eu vou lá estar!
Luiza Caetano.
2014
Obra Naif Luiza Caetano

Ser Poeta / Luiza Caetano

"Ser poeta"
Lisboa tela naif / obra de Luiza Caetano.


é um mito sem razão
como um pássaro
que se inventa, e voa
se escreve e sonha
no mais fundo
cerne de cada palavra
onde inventa
a amizade
a paixão
a saudade
e todos os sentimentos
deste mundo
fazendo amor
em leitos de solidão.
Luiza Caetano.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Luiza Caetano partiu ...""Ela é livre e ser livre a faz brilhar Ela é filha da terra céu e mar" Filha do vento também"

É com imenso pesar e tristeza, que comunico que a artista plástica, poeta e pintora  Luiza Caetano, faleceu esta manhã no Hospital de Cascais em Lisboa.


O velório ocorrerá amanhã dia 03 de março de 2018 na Rua de Cascais, 208
O sepultamento será no Cemitério da Malveira, no dia 04 de março de 2018




 Descansa em paz .



 Nascida na aldeia de Venda do Pinheiro, em Mafra, perto de Lisboa, em 1946, Luiza teve uma infância pobre semelhante a de muitas mulheres da região, habitada por pessoas pouco letradas. No entanto, foi nesse universo que viu imagens que cristalizaria mais tarde em quadros, como Aldeia saloia, Burro saloio ou Festas da minha aldeia.
Luiza, que se define "órfã de pais, filhos e maridos", começou a trabalhar numa usina de tecelagem, como operária, aos 11 anos de idade. Aos 18 anos, mudou para Lisboa. Passou a viver então a rotina de trabalhar durante o dia e estudar à noite. Formou-se assim em Filosofia e começou a escrever poemas e contos, publicando alguns em jornais.
Material para isso não faltava à observadora e inquieta Luiza, que viajou por Ásia, Europa, México e Índias, de avião, de carona, enfim, da forma que conseguia. Nesse período desenvolveu também o amor pela pintura. Começou então a freqüentar exposições e a pensar em desenhar algo, mesmo sem ter cursado qualquer academia de arte, fato que a caracteriza como autêntica naïf.
Em 1988, ocorreu o grande estalo. Luiza comprou pincéis, tintas e telas. "Comecei a borrar tudo quanto me rodeava", conta. O resultado chamou a atenção de um amigo pintor, que levou suas telas para a Galeria de Arte do Casino Estoril, Luiza foi aceita no Salão Naïf local, realizado anualmente e considerado um dos melhores da Europa, e começou uma carreira que hoje inclui exposições em Portugal e no exterior, principalmente Espanha, França, Alemanha, Cabo Verde, Bélgica, EUA e Brasil, além de integrar importantes acervos internacionais e de ter participado da fundação em 1989, da Associação de Pintores Primitivos Modernos de Portugal .
Luiza integrou ainda a exposição inaugural do Museu de Arte Primitiva Moderna de Guimarães, em Portugal, com dois quadros bem distintos: um paradisíaco Adão e Eva perante a maça do pecado e uma visão da Ponte 25 de abril com uma cruz inclinada como a abençoar o rio Tejo. Essa pequena intromissão do fantástico na tela dá um charme todo especial ao trabalho de Luiza e a destaca no panorama dos naïfs portugueses.
Premiada pela Embaixada de Portugal em Cabo Verde, em 1996, e no XVII Salão de Arte Naïf, Galeria do casino Estoril, em1997, Luiza não hesita em definir o trabalho que faz. "Pintar representa um escape onde liberto as tensões e o estresse do dia-a-dia, onde cristalizo algumas emoções e recordações.Entre os pintores que a motivam a seguir em frente com seu ofício de pintora, Luiza destaca Henri Rousseau, o pai dos naïfs; Frida Khalo e Diego Rivera, que já pintou juntos; além do colombiano Botero e da brasileira Tarsila do Amaral. Na poesia, cita Manuel Bandeira, Florbela Espanca, Eugênio de Andrade e Fernando Pessoa, a quem também já retratou ao lado de Charles Chaplin, em frente ao célebre Café Lisboa.
Entre os escritores, há uma interessante preferência pelos grandes mestres do realismo fantástico, como Kafka e Gabriel García Márquez, além do conterrâneo José Saramago. Suas telas, em certo aspecto, às vezes se aproximam dessa tendência, pois, embora partam de situações cotidianas sempre tem algum elemento, por menor que seja, de irrealidade, que atribui alguma simbologia à tela.
Esse recurso se torna mais evidente no tratamento que a artista portuguesa dá às proporções, como ocorre, por exemplo, no quadro O Fado – Homenagem a Amália Rodrigues, em que a grande cantora de fado é mostrada quatro vezes maior do que os espectadores do seu show e os músicos que a acompanham, além das presenças significativas e misteriosas, nos azulejos das paredes da casa de fado, de Santo Antônio de Lisboa e de Fernando Pessoa.
Além das aldeias e cenas saloias já mencionadas, Luiza pinta recantos de Portugal, como Guimarães – Música na Praça da Oliveira e Cegonhas brancas no Castelo de Arraiolos. A história de Portugal também comparece em seus trabalhos, merecendo destaque a tela Festejando o 25 de abril no Pelourinho. Homens, mulheres e crianças dançam e cantam, todos com os tradicionais cravos vermelhos que coroaram a democracia lusa.Quadros como Partida de Vasco de Gama para a Índia, que exalta o empreendimento marítimo luso, Terras de Vera Cruz, em que as praias brasileiras aparecem como locais paradisíacos, com coqueiros, aves e ondas calmas, e Sermão do Padre Antônio Vieira aos índios do Brasil, marcado pela presença de araras coloridas que contrastam com as velas brancas das caravelas portuguesas, confirmam a preocupação da artista com as raízes portuguesas.
Em outubro último, quando esteve no Brasil para a abertura da exposição Naïfs Portugueses Redescobrem o Brasil, o cônsul da Suíça no Rio de Janeiro pediu que ela pintasse uma tela relativa aos descobrimentos portugueses, com as caravelas chegando ao Brasil, baseado justamente em quadros da artistas sobre essas temática.
Luiza relutou, mas aceitou a tarefa. "É difícil para mim trabalhar por encomenda, mas vou recriar o tema. Gosto muito de desafios ", declarou. Seguramente ela não terá dificuldades, pois em telas como Va, pensiero e Deusas do rio a relação entre embarcações e a água é tratada com simplicidade e toques de criatividade.
O ecletismo dos temas de Luiza assombra pela diversidade. Se as festas populares de Lisboa, no conhecido bairro da Alfama, não podiam faltar numa autêntica pintora lusa, como ocorre em Prece das noivas a Santo Antônio; o universo agrário, quando presente, geralmente também é mostrado em cenas alegres, como Apanhadores de melão ou Apanhando tomate, alem de um coloridíssimo Homem de malmequeres, vendendo suas flores em uma rua no centro do quadro. Ao fundo, centenas de pequenas manchas de diversas tonalidades, indicando os mais variados tipos de plantações.
Há ainda A orgia do vinho, em que homens e mulheres aparecem tocando instrumentos e pisando uvas. Na parte superior do quadro, moinhos de vento dão harmonia à cena e, à direita, um senhor de smoking bebe, imerso em luxo, o resultado do árduo trabalho dos camponeses.Também há cenas mais românticas, como Namoro, em meio a um campo todo florido, ou uma moça sozinha num campo igualmente paradisíaco, em Malmequer... Bem me quer, mas a força maior de Luiza parece estar justamente na forma original que mostra o cotidiano da vida saloia. As imagens surgem com naturalidade, sem afetação, encantando à primeira vista.
Observar atentamente as telas de Luiza Caetano é um descanso para os olhos. Olhar as imagens que nos oferece constitui não só uma visita a Portugal, mas, acima de tudo, um mergulho num universo de pinceladas precisas e decididas que dão aos seus quadros uma dimensão universal, colocando-a entre as principais expressões da pintura naïf em âmbito mundial, já que, a artista consegue extrair aquilo que há de universal na vida saloia portuguesa.Ganhou o 1º prêmio do Salão Internacional da Galeria do Cassino de Estoril (Portugal, 1996); 1º prêmio do Salão Um Arquipélago de Todas as Cores (Cabo Verde, 1996); menção honrosa no Salão de Arte Naif de Lousa (1994 e 2002); Salão Internacional da Galeria do Cassino de Estoril (Portugal, 1994, 1995, 1996, 1998, 1999, 2001 e 2002); Salão 1º Pré Costa do Estoril (Portugal, 2004). Entre as distinções, recebeu a Medalha da Galeria Alba (Nápoles, Itália, 2001) e o Grau Acadêmica-Associada, Atribuído Pela Academia Internacional de Artes, Letras e Ciências Greci (Marino, Itália, 2002).De Portugal Com Amor - Pinturas" sublinha a carga afetiva da pintora com o Brasil, através de alguns quadros emblemáticos, como o "Trenzinho Para Pasárgada", no qual Luiza coloca o poeta brasileiro Manuel Bandeira conduzindo o trem numa viagem mítica com Jorge Amado, Zélia Gattai, Fernando Pessoa, José Saramago e até a cantora Maria Bethânia. Outras obras de referência são a "Barca D’Eça" (alusiva ao escritor português Eça de Queiroz) e "Barco Negro" (nome de um dos fados mais conhecidos de Amália Rodrigues, de quem a autora é fã). A mostra conta ainda com alguns trabalhos que Luiza Caetano exibiu ano passado na exposição Portugal em Prosa e Verso no Museu Internacional de Arte Naif do Brasil (Rio).
Segundo os críticos, Luiza Caetano é uma pintora eclética, criativa e inquieta, cujos temas se envolvem quase sempre com suas emoções e paixões. É uma pintora profana que adora pintar Santo Antônio de Lisboa, além das típicas aldeias portuguesas, ou as originais vindimas do Douro.Seleccionada pelo Centre d´Art International Lia Kasper de Morges (Suiça), para o Grand Prix Suisse et Prix Europe de Peinture Primitive Moderne.CITADA:
'Artes Plásticas Luso Brasileiras' de Narcizo Martins
'Artes Plásticas de Portugal II', de Fernando Infante
'Anuário das Artes Plásticas', Estar Editora
PRÉMIOS Entre outros:.
1º Prémio Embaixada de Portugal, Cabo Verde
1º Prémio Casino Estoril (Prémio Câmara Municipal de Guimarães)
3º Prémio Salão de Arte, Renault
Menções Honrosas, nos XIV, XV, XVI e XVIII Salões de Pintura Naïf do Casino Estoril e Salão de Arte Naïf 1994 da Lousã .
REPRESENTADA
Museu Internacional de Pintura Naïf de Jaen-Espanha
Museu de Arte Primitiva Moderna de Guimarães
Museu da Água - Epal - Lisboa
Câmaras Municipais de: Guimarães, Lousã, e Sesimbra
Fundação Evangelização e Culturas;
Visitem ....
http://www.inforarte.com/…/ht…/luiza_caetano_curriculum.html
http://www.geocities.com/luizacaetano/
E agora um poema que Luiza Caetano se descreve:

NASCIDA A 21 DE JUNHO

"Ela é livre e ser livre a faz brilhar
Ela é filha da terra céu e mar"
Filha do vento também
e
do ventre de minha mãe
sou
calceteira do tempo
inventora de templos
de sonhos e de fétiches
jogo as cartas com o diabo
ando de braço dado com Deus
sou
a irmã de Vocês
nas esquinas
da Rua do Off
nos pincéis
e
nas palavras
nos versos
e
nos reversos
sou o avesso
do direito
espontânea
daquele jeito...

Luiza Caetano.


Eternas saudades 


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Os Lugares / Por Joaquim Alves

OS LUGARES

Não estive em muitos lugares
mas sei os lugares onde estive
havia sempre um razão
nem que fosse intuitiva
era sempre o maldito
esse que nunca vi
nem verei em vida
esse que um dia te dei
e ainda me habita

Joaquim Alves.
Itanhaém- Litoral Sul -São Paulo. 



sábado, 29 de abril de 2017

Sobre Saudades.

Olá a todos. Toda a gente já  deve ter sentido Saudades de alguém, ou de alguma coisa.

Eu, estava com saudades de colocar aqui poesia . Minha amiga Luiza Caetano, tirou férias da poesia.

Sinto saudades.

Tenho certeza que os fãs e admiradores dela também .

Volt

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Luiza Caetano no Casino Estoril - Lisboa 2016

 Galeria de Arte do Casino Estoril, próximo Sábado dia 30 de Julho, terá início mais uma nova Exposição de Arte Internacional e mais uma vez como não poderia deixar de ser, a pintora poeta Luiza Caetano lá estará com suas obras.

Uma Exposição, a não perder.
Lisboa - Portugal.















terça-feira, 10 de maio de 2016

Luiza Caetano

                                         MÃE - DOLORES
Eu queria chamar-te mãe
onde Mãe apenas uma existe
de seu útero
de umbilicais amores
raízes que enterra na terra
amores de sangue-líame e vida.
Ás vezes chamo-te Mãe
Do fundo da minha orfandade
Chamo-te irmã e amiga
Nesta amálgama de saudade
É quando me sinto perdida
Mais só na minha solidão
que meu coração se agita
te clama quase em mistura
de puros sentimentos ou amargura
Mãe, Amiga, Irmã
Colo e ombro dos meus momentos
DIA DA MÃE 2015
Homenagem â minha querida amiga Dolores
Tela e poema de Luiza Caetano.

Luiza Caetano

POEMANDO
Como se brincasse
todos os dias
com a luz
irradiante do universo
no meu peito
sempre uma lembrança
ou um verso
em jogos de luz
como laminas
projetadas
em cruz
Depois adormeço
em boémias madrugadas
onde teço memórias
e poesias
entre histórias
e madressilvas esquecidas
nos meus braços
quase vazios
Luiza Caetano.

Poema e tela de Luiza Caetano- Portugal.
2014

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Luiza Caetano em mensagem dirigida a mim no ano de 2014.

IN FOCUS

Não, não vou desistir
enquanto não
reabrir
essa porta
ainda que tenha
de atravessar mares
rezar em outros altares.
Espera por mim.
Eu vou lá estar!


LuizaCaetano 2014  Tela e poema de Luiza Caetano.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Luiza Caetano -

Adormecida
Obra de Luiza Caetano - Portugal.

como uma deusa
quase morta
à beira do lago
onde a água
era lisa como o silêncio
e a sombra
era azul de catedral
Na margem inversa
da vida
onde tudo era quase irreal
Quando alarde chegaste
habitado de pontes
e de peixes
endoidecidos
entre a volúpia do mar
e a candura da tarde.
Lá onde moram os pássaros
e os corpos se tocam sem pecado
 Luiza Caetano

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Luiza Caetano

O MEU POEMA (de hoje) - 28/12/2015
(Obra de Luiza Caetano)
DOCE TERRA - MINHA AMADA
Nessa terra pequenina
toda de branco caiada
Menina de olhos grandes
Asa sonho e alvorada
Disputava o voo dos pássaros
na praça onde brincava
junto ao Adro da Igreja.
Eram doces fantasias
entre preces e Ave Marias
onde os vales eram montes
formas voadas no céu
espantado do meu crescer
Toda de branco caiada
Minha aldeia tão amada
Minha Mãe! Meu horizonte
fonte de todas as sedes
Arco Íris, Deusa e fronte
Sinos da minha alvorada
toda de branco caiada
Luiza Caetano.

O Natal acabou.


Boa tarde a todos os meus seguidores!

O Natal de 2015 já foi, partiu para as terras nevadas e deixou aqui algumas lembranças que serão guardadas com muito carinho.

A visita de alguns, os comentários de outros e até os que vêm e nada dizem. A vida continua com todos os problemas, mas sem eles não teríamos força para continuar e nem esperança de dias melhores.

Agora chega o Novo Ano, e  quero desejar a todos um Novo Ano, repleto de boas realizações e que todos os sonhos se tornem realidade.

Feliz Novo Ano !!!

Adeus 2015, Venha 2016 .

Paz, Saúde, Amor e Prosperidade.