
Tela de Ana Paula Roque
Nada como a figura de Santo António,para este belo poema de amor do poeta João Jacinto.
Lembra-te de mim
Lembra-te de mim
e sentir-me-ei
mais perto da multidão.
Lembra-te de mim
e viverei,
mesmo, da tua lembrança.
Lembra-te de mim
por tudo
o que, por aqui,
foi tatuado
de minha existência,
também, com intuito
de imortalidade.
Temo o silêncio,
a infertilidade
e a descrença.
Nunca me esqueças;
lembra-te!
joão m. jacinto
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